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Mato Grosso fecha semestre com queda de 32% nos empregos formais

A geração de empregos com carteira assinada caiu no consolidado de janeiro a junho de 2013 frente ao igual período de 2012 em Mato Grosso. O saldo de postos, que equivale à diferença entre as contratações e as demissões, baixou de 36.851 para 25.095 entre os anos, uma diferença negativa próxima a 32%, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta terça-feira (23).

Seis de oito setores avaliados contabilizaram queda, com destaque negativo para a indústria da transformação. Em um ano ela reduziu em 57,3% o saldo de empregos. Era de 8,4 mil e passou para 3,6 mil postos. A agropecuária (-45,7%) e o extrativismo mineral (-45%) apareceram logo em seguida.

No primeiro semestre de 2012 o segmento que mais empregou foi o agropecuário, com 9,6 mil novas vagas. Um ano depois, neste mesmo intervalo, a liderança passou para o ramo de serviços, responsável por 7,5 mil vagas.

Em 2013, a agropecuária obteve o terceiro maior saldo com carteira assinada: 5,2 mil, resultado da diferença entre as 49.514 admissões e os 44.304 desligamentos.

Em junho
De acordo com os dados do Caged, em junho de 2013 foram gerados 6.943 empregos celetistas, equivalente à expansão de 1,11% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior.

Os setores de atividade que mais contribuíram para este resultado foram a agropecuária (+2.542
postos), a construção civil (+1.838 postos) e os serviços (+1.213).

As cidades
Ao avaliar o desempenho dos municípios para a geração de empregos, o Caged apontou que Cuiabá foi o que apresentou maior saldo, com 788. Sorriso, com 617, e Tangará da Serra, com, 349, foram a segunda e terceira colocadas, respectivamente.

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