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Mais Médicos não é um programa improvisado, diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (19) que o governo não fez o Mais Médicos de improviso. Segundo ela, o programa leva em conta a experiência de outros países e a opinião da população a respeito da atual rede pública de atendimento.

“As pesquisas sobre saúde mostram: nós queremos atendimento médico. E aquele atendimento em que você pega na pessoa, faz o exame. E queremos atendimento mais humanizado possível”, disse. “Então o governo federal fez uma avaliação e olhou os países do mundo para ver como era. Nós não fizemos esse programa improvisando, nós fizemos uma avaliação”, afirmou a presidente.

Dilma discursou em Rondonópolis, no Mato Grosso, onde esteve nesta manhã para inaugurar trecho de 147 km entre o Alto Araguaia e Rondonópolis da ferrovia Ferronorte, além do complexo intermodal da cidade na BR-163. A obra está prevista no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e custou R$ 780 milhões, segundo informação do Palácio do Planalto.

A vinda de médicos estrangeiros é polêmica e criticada pelas entidades de médicos porque permite que profissionais que se formaram no exterior atuem no Brasil sem a necessidade de fazer o exame de revalidação do diploma, o Revalida, que permitiria ao médico atuar tanto no setor público quanto no setor privado.

No discurso, Dilma defendeu a vinda de médicos estrangeiros, mas disse que o governo dá “muito valor” aos profissionais brasileiros.

A vinda de médicos formados em outros países é polêmica e criticada pelas entidades do ramo porque permite que profissionais que se formaram no exterior atuem no Brasil sem a necessidade de fazer o exame de revalidação do diploma, o Revalida, que permitiria ao médico atuar tanto no setor público quanto no setor privado.

“Nós damos muito valor ao medico brasileiro, por isso o Brasil terá de apostar num programa serio de formação de médicos no interior com alta qualidade de residência. […] Vamos fazer isso sistematicamente daqui para frente, porém um medico leva tempo para se formar. No ínterim, o governo tem obrigação de atender a população”, afirmou.

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